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O homem, com seus atos insanos, suas decisões impensadas,  sua bandeira do egoísmo desfraldada o tempo todo, vai perdendo aos poucos a sensibilidade, o aprendizado da vida, o abecê do sentimento que liberta, cura, acalma e torna feliz quem cultiva o amor.

Nas atribulações deste tempo fugaz, na velocidade louca em busca das horas para ser feliz, o homem perdeu por completo a razão, ficou distante da emoção, milhões de anos luz do verdadeiro e sagrado sentido da vida.

Para muitos nada tem valor se não tiver embutido em si o ter, o acumular, o competir com suas próprias forças somente para ostentar o que seu corpo já não consegue absorver nem usufruir, mas ele insiste em ter um pouco mais, e mais um pouco.

Enquanto isso, os filhos estão crescendo, os amigos desaparecendo na curva do tempo, a vida passando como num desfile, com a diferença que eles não participam dele com garra, devoção e ardor, pois nem mesmo sabem o local da grandiosa festa da vida.



 Escrito por Maurinho às 07h58
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Quando nasce o amor, rompendo a armadura do medo, brotando do concreto duro da indiferença,  rasgando a dureza da intolerância, traz com ele a certeza de que carrega consigo toda a força necessária para se fazer a flor mais perfumada, o lírio da paz mais puro, a rosa vermelha do afeto que por todos os tempos hipnotiza corações, harmoniza os espíritos, alivia e encoraja a caminhada na terra.

Quando nasce, o amor transforma, conforta, alegra, refina o viver, adoça o existir, amacia as pisadas, sara os dodóis, sensibiliza, aguça os sentidos, inebria e pinta as manhãs que virão com as cores mais apreciadas por um par de olhos que vê com o coração.



 Escrito por Maurinho às 08h36
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O que dói, sangra por dentro,  é ver pessoas passando pela vida sem aprender, sem captar os ensinamentos que se espalham nas esquinas do mundo e, por ignorância espiritual, esses seres da escuridão  não conseguem decodificar, apreender para suas vidas tão vazias, tão ocas, tão sem sentidos.

O que machuca, fere de dor, é não ver as pessoas crescendo espiritualmente, adquirindo os ensinamentos que redimem, que confortam e que as salvariam da pobreza aniquilante de um viver tão sem o mel da espiritualidade.

O que causa desconforto, o que angustia é presenciar tantas pessoas caminhando sem direção, andando apor aí sem nada a acrescentar ao coração, sem um tiquinho de conhecimento do verdadeiro sentido da vida.

E com essa procissão de seres, paupérrimos dos ensinamentos que embelezam, ficamos, os de bem, temerosos de seus futuros, amedrontados com seus passos errados, adoentados por não poder ultrapassar a barreira da ignorância espiritual que nelas habita com raízes profundas e, ao que parece, irremovíveis.



 Escrito por Maurinho às 08h41
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O homem anda distante, muito distante, da verdade que acalma, da verdade que aviva os sentidos, da verdade que redime, da verdade que conforta, da verdade que eleva o espírito à sua condição de calmaria.

O ser humano, cansado, exaurido pela sua busca inconsciente do que não acrescenta, se ausenta mais a cada dia da verdade que premia a consciência e estimula a contemplação, a verdade que sentencia como pena amar, amar e se deliciar com o vestido da simplicidade que desfila seu garbo e sua beleza de maneira sutil, sem afrontar, sem desafiar, simplesmente solicitando que vá com ela pelos campos da verdade.

O ser humano, racional que não usufrui dessa condição para aprender, para crescer, para sintonizar a essência do todo. E assim, distante da verdade, ausente do gesto que enriquece, anos luz da compreensão, ele padece, adoece, empobrece ilusoriamente pensando que enriquece quando tem tanto, quando acumula o desnecessário. A verdade, só ela, é que traz a riqueza mais imprescindível, aquela que agiganta o homem quando diante das questões existenciais.



 Escrito por Maurinho às 10h24
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Chegará, afinal, o dia que não teremos que sair mendigando um naco de amor, um cadinho de gentileza, um pedacinho de atenção, uma migalha de afeto?

Chegará, enfim, um tempo prazeroso em que seremos brindados com sentimentos puros, presenteados com a verdade, agraciados com a paz em todas as esquinas do mundo?

Chegará, quem sabe, uma hora em que todos darão as mãos, abraços estreitarão os homens, corações serão grudados aos corações, e crianças viverão em harmonia e segurança?

Chegará, quem dera, um momento ímpar na história de todos nós, em que o leão não rugirá, a cobra não envenenará e o homem não será mais irracional?

Chegará, por fim, a utopia de sermos iguais, de termos os direitos respeitados, usufruirmos do todo que a nós é reservado por sermos filhos feitos à imagem e semelhança d’Ele???



 Escrito por Maurinho às 12h44
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A velocidade dos dias que correm atropelou a vida, atropelou o romance, a beleza dos dias lentos e deixou ferido de morte o amor. O homem não chega e já está partindo, não partiu e já retornou, nem conheceu e já abandonou e, abandonado, já procura outra parceria. A rapidez dos fatos, a instantaneidade dos acontecimentos, a agilidade no fazer e a necessidade de se ocupar diuturnamente tem uma resposta: o homem foge dele, não consegue olhar nos seus próprios olhos e encarar que é um covarde, um fugitivo das sensações, porque o tempo, a sociedade, as exigências, as obrigações o forçam a transmutar-se num ser que não sabe para onde vai, o que quer realmente, o que lhe faz falta de fato, o que preenche seus dias, o que faz tanto bem ao seu espírito atormentado.

A pressa dos dias atuais, a falsa sensação de que está perdendo alguma coisa, a embriaguez no copo da ansiedade, a busca por algo inatingível, a eterna carência de alguém, a fugidia procura do amor, tudo o condena a passar o resto de seus dias adormecido na rede da insatisfação, na cama da frustração, apático, insensível, desmaiado, anestesiado, apenas e tão somente aguardando, também ligeiro, a cortina cerrar o espetáculo –que ele nem descobriu que era- da sua vida chegar ao fim.



 Escrito por Maurinho às 08h01
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Ainda devemos e precisamos continuar acreditando que as manhãs chegarão com seus perfumes de paz e raios de esperança, pois se assim não for de que terá valido nossa passagem esparramando palavras que confortam os corações angustiados e as almas que anseiam a calma dos dias de outono.

Ainda devemos e necessitamos acreditar nos homens que caminham pelas estradas erradas, pelos caminhos que ao fim vão dar em nada, pois é com as mãos cheias de esperança que  persistimos dia após dia em achar a saída para suas mentes atrofiadas e seus corações transpassados de dor.

Ainda devemos e temos a esperança de confiar no dias que sucedem o ontem, no sol que chega encortinando a noite de medo, na chuva que vem pra lavar nossas mágoas e fazer brotar vida nova no chão, pois é na manhã de esperança que depositamos nossos desejos mais puros e profundos de um mundo em paz.

Vamos, pois, todos juntos desfraldando bem alto a flâmula que encoraja a luta, a qual só quer ofertar aos homens toda  a esperança que houver nas dobras da manhã que vem chegando com seus raios de luz e mensagens de fraternal amor.



 Escrito por Maurinho às 08h16
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Fico a pensar que vidas são ciclos, estações demarcadas pelo tempo em que, a cada uma delas, a folha cai, o sol brilha, a neve inunda corações, as flores renascem, e vamos todos cumprindo o determinado tal qual nas quatro estações.
Quando verão, assistimos o riso solto, a alegria sem par, os dias quentes a habitar os corações com todo o calor pulsante, avivando a esperança, renascendo o desejo de caminhar campos, andar léguas atrás da borboleta que voa em círculos por sobre nosso destino, e lá vão todos, às vezes inconseqüentemente, campear a felicidade que pode e, juramos juntos, está atrás do sol que nos convida a viver intensa e apaixonadamente.
Quando outono, os corações cortam lenha e se preparam para a próxima estação. Levam dentro deles as provisões de amor, a carência de uma tempera6ura amena que não fira de morte nem faça sucumbir a esperança –essa embalada em uma capa protetora a preservar os dias futuros e, na certeza, de que tal proteção é a condição essencial para seguir adiante;
Quanto inverno, recolhidos em si, ensimesmados, olhando a neve do tempo derramar sobre os ombros doridos a letargia necessária para espreitar as vidas, os homens se encontram para uma comemoração silenciosa, e se estreitam em cobertores de afetos, se aninham em abraços esperados há tempos, e buscam no aconchego das noites silenciosas o amanhã que trará tímidos raios de esperança.
Quando primavera, feito vidas esparramadas nos campos, todos dão as mãos e juntos vão semear as flores que embelezarão seus dias  de amor e gratidão, e pelos campos que ainda aguardam os brotos da bondade, homens, mulheres, crianças, anciãos,  entoam o hino da natureza na esperança de que neste ano as flores serão mais belas, mais fortes ao vento da paixão, mais agregadoras de amor.
Os homens, as estações, o tempo, os amores, as esperanças, o calor dos corações, tudo parece ser parte integrante de uma razão maior –feliz de quem sabe disso e segue em cada uma delas obedecendo o determinado.



 Escrito por Maurinho às 09h47
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Homem tolo, caminhas para o abismo de tua própria escolha, errada escolha, impensada opção que não contempla a sua verdadeira necessidade. Não precisas de tanto, não necessitas o último modelo do que quer que seja, não tens precisão do que a publicidade ilusória forçosamente embrutece sua sensibilidade e ardilosamente o enreda em suas teias.

Tolo e pobre homem, quanto lhe falta para adquirir o senso crítico, a centelha de consciência de que tudo é inútil se nem sabes o que realmente queres, de que tudo é efêmero se nem aprendestes sobre a finitude de tudo, de que o que parece ouro é uma perversa armadilha que consome seus dias, atrapalha sua caminhada e destrói tantas coisas que você precisaria amar, como a vivência mais pura, a totalidade do tempo que lhe resta, a companhia dos que lhe devotam amor.

Tolo, pobre e ignorante homem, o que sabes da vida, do que ela lhe dá e cobra, do verdadeiro sentido da existência, dos ciclos do viver, que a cada um deles lhe é ofertado belezas sem par, e você nem consegue vê-las por estar cego, surdo e mudo diante da imbecilização coletiva, da qual és parte integrante, e nem assim paras pra pensar como entrou e como podes sair dela.

Tolo, pobre, ignorante e miserável homem, pare por um instante, desacelere os fúteis desejos que tanto consomem da sua força, estacione sua vida na estrada bonita de um viver tranqüilo que não quer nada mais do que necessita um coração sagrado - conhecedor das armadilhas que o mundo e o hoje aprontam a cada passo seu.

Pare, respire, pense, reflita, desacelere, desconsuma, tudo que lhe apresentam é a decretação da sua loucura, o rapto da sua paz, a finitude do que ainda lhe resta de vida.

Por favor, não seja  a res que lidera a manada rumo ao precipício. Salte antes, caia fora do redemoinho louco do consumismo impensado  que tudo arrasta, tudo devora, tudo destrói...

É que, sem saber, eu gosto muito de você, da humanidade, do homem pensante, da natureza viva, dos dias com sol ou com chuva, dos animais que caminham pelo meu jardim e sabem ser protegidos pelos afetos mais sinceros e puros por parte de quem há tempos parou pra pensar e descobriu a lucidez diante da loucura reinante.

 

ADQUIRA OS LIVROS PLANETA LUZ: maurobiazi@ibest.com.br



 Escrito por Maurinho às 07h58
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Existem pessoas que vivem outras vidas, vidas alheias, de artistas, de personagens, de figuras de TV, e se esquecem de viver a sua própria –esta sim, carregada de realismo, de vontade de ser uma vida verdadeira, enquanto as outras, distantes anos-luz, só suportam um minuto da lupa da verdade. As outras vidas, tão perfeitinhas nas capas de revistas, na tela da televisão, não resistem a um olhar mais agudo, uma atenção mais demorada, uma análise um pouquinho menos superficial, um conhecimento mais apurado. No entanto, quantos se debruçam a sonhar com essas vidas, transferindo para elas todos seus sonhos, suas esperanças de dias melhores, suas necessidades vitais, como se possível fosse desgrudar sua vivência para colar a outra que, melhor espreitada, não é nada disso, ou melhor, não tem nada de especial a não ser uma pele esticada para conter o implacável tempo, um cabelo aflito para se soltar ao vento, um brilho fantasioso e artificial e, o pior, uma vida igual ou pior que a sua.

Acorde, desligue sua televisão de ilusões, feche sua revista de histórias maquiadas para não sobrar nas bancas, e vá viver com total plenitude a sua maravilhosa vida, vida que não é capa de revista, não está na novela das oito, mas que sim, preenche os vazios dominicais e que dá o maior ibope junto a quem você nem imagina.



 Escrito por Maurinho às 08h22
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Desde sempre vimos atropelando as evidências de um viver harmonioso, e nos fartamos de topar com as pedras, de não desviar dos espinhos, de nos flagelar com as palavras de outras bocas, de sofrer e martirizar diante dos muros duros que se postam frente aos nossos passos esperançosos.

Desde sempre vimos correndo atrás de sonhos materiais, de conquistar que não completam, de buscas que não ofertam o essencial para um viver em paz, e por conta de tantos erros e abusos, repetições e conformismos, continuamos cegos, surdos e mudos aos gritos do coração.

Desde sempre vimos sorrateira e traiçoeiramente atentando contra o bom senso, contra os mais puros e límpidos sentimentos, contra as verdades estampadas no nosso caderno da vida, afrontando os conselhos experientes que sinalizam o norte e, por causa de tudo isso, nos machucamos e ferimos os que nos querem tanto bem.

Desde sempre, eu, você, toda a humanidade, insistimos em desafiar as pedras do caminho, teimamos  em romper os muros que não existem - a não ser para frear nosso instinto destrutivo, e de pedra em pedra, de muro em muro, de espinho em espinho, atrasamos a viagem que objetiva depurar nossa selvagem e instintiva gana em sofrer e levar a dor a quem só nos faz tanto bem.

Desde sempre, e espero que um dia aprendamos, vimos entortando nossa estrada, derrapando nosso coração na areia da insensatez, atropelando os sentimentos puros, cerrando nossos olhos para as manhãs que acenam bandeiras brancas, desviando nossos passos do caminho da correção, sem nos atentarmos que toda e qualquer ação que não deságüe na purificação do viver é vazia, é tola, é inconcebível, é imperdoável, e nos afasta da condição de seres divinos.

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 Escrito por Maurinho às 22h11
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Não tenha medo da noite escura, não fique assustado com os trovões da maldade, não tema as tempestades que nascem nos desertos da ignorância, não se amedronte com os fantasmas dos que projetam sua interiorização malvada só para confundir nossa esperança no amanhã, nem  se impressione com palavras falsas e desejos sem força.nem se debata com questões que não são de seu conhecimento e que aí estão para confundir.

Porém, também não se acovarde nem se refugie nas dobras do medo, acreditando que não há saída, que tudo é inexato e sem medida, pois cada dia cumpre o papel de mostrar a nós que tudo é possível, que tudo é sagrado e que nossa missão é a de sair pro limpo vestindo a couraça da coragem, enfrentando os assinalados pela marca da derrota.

E quando querer lhe faltar a gota salvadora de coragem, quando tudo parecer nublar diante de seus olhos verdes de esperança, lembre-se de uma força oculta, de um facho de luz, de uma centelha de fé que tudo move, tudo remove e tudo faz acontecer... desde que carreguemos em nós o amor.

 

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 Escrito por Maurinho às 08h24
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Daquela vez que visitei seu coração me vesti com a mais sublime das intenções, aspergi o perfume extraído das essências da vida, calcei meu sapato de andar léguas dentro dos sentimentos, deixei meu cabelo ser penteado pelo vento de maio, e juntei para o buquê todas as flores que coloriam minha caminhada.  E quando adentrei seu coração, quanta felicidade! O ar era outro, era outra a cor azul do céu. Era como se o mundo inteiro com todo seu leque de cores e alegrias tivesse estendido faixas de boas-vindas, e todas as orquestras entoassem seus concertos mais vibrantes, todos os corais divinos vocalizassem as músicas mais tocantes, todo o tempo que vivi voltava ao início e eu podia então amar e reamar como da primeira vez, com tamanha intensidade e indizível emoção. Resumindo: é isso que dá ser sensível, viaja-se pelo mundo sem mapa só orientando-se pela estrela paixão.

 

 

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 Escrito por Maurinho às 22h31
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Quem sabe um dia você desperte para o amor, para a fraternidade, acorde na cama da gentileza e abre os olhos para uma realidade que surpreenderá seu coração;

Quem sabe uma manhã seu coração bata mais forte ante a visão do dia que promete ser diferente, diante do raio primeiro que trará toda a energia que precisas para lutar pela justiça e verdade;

Quem sabe uma noite abra seu desejo mais doce para a luz que ainda surgirá na madrugada do existir, e quando ela aparecer tão radiante e sinalizadora quem sabe seu peito também se rompa para um novo e encantado tempo;

Quem sabe uma tarde seja o suficiente para seu corpo se deixar levar por uma onda de paz, por um vento calmo e transformador, e a partir de então tudo seja como seu sonho descreveu um dia;

Quem sabe um tempo bom abra sobre sua cabeça o sol da humanidade, a luz da eternidade, o farol do entendimento, a lamparina da compreensão e, daí em diante, tudo será perfeitamente fantástico, infinitamente gratificante, e nunca mais dias agonizantes, nem noites enfadonhas, nem mesmo tardes desesperadas, mas tudo pleno e harmoniosamente sedutor pro seu viver se completar e alcançar a felicidade desejada.

 

 

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 Escrito por Maurinho às 15h05
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 Escrito por Maurinho às 12h23
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